Sobre

Trajetória

Comecei a bordar numa fase em que a ansiedade pesava, e eu só queria algo pra fazer com as mãos. Não imaginava que encaixar uma miçanga depois da outra fosse me prender daquele jeito.

O começo não foi fácil. Eu não tinha quem me ensinasse e não fiz curso nenhum — fui aprendendo sozinha, na tentativa e erro. Descobri na prática, e em muito vídeo pela internet, que pedraria pede agulha bem fininha, linha resistente pra aguentar o peso das contas e o tecido bem esticado no bastidor. Desmanchei fileira torta mais vezes do que consigo contar até encontrar o meu próprio método.

Foi nesse processo lento que fui achando uma calma. Fixar miçanga por miçanga, ponto a ponto, tem um tempo próprio — e, sem perceber, virou parte da minha rotina.

Com o tempo, o que era só meu virou ofício. Cada peça ainda nasce do mesmo lugar: pegar algo simples e cobrir de detalhe, com a paciência que o bordado pede.

Hoje, o bordado faz parte do meu trabalho — e admiro quem dá valor a isso: a quem reconhece, em cada peça, o cuidado de construir algo diferente, à mão e sem pressa.

FEITO À MÃO

Cada miçanga é aplicada manualmente, ponto a ponto. Sem máquinas, sem atalhos.

4H POR PEÇA

Tempo médio de trabalho manual em cada bordado, do primeiro ao último ponto.

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ANOS DE EXPERIÊNCIA

Três anos bordando à mão, refinando o traço e a técnica peça por peça.

1 DE 1 — PEÇAS ÚNICAS

Nenhuma peça é replicada. Cada bordado é desenhado e finalizado uma única vez.

Técnica

Trabalho exclusivamente com bordado manual de pedrarias e miçangas. Cada peça é construída ponto a ponto, com as contas aplicadas e arrematadas uma a uma — sem máquina e sem molde pronto.

São peças autorais e bordados avulsos, que podem ser aplicados na roupa da sua preferência. Tudo feito à mão, da escolha das miçangas ao acabamento final.

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